Notícias Archives - Página 3 de 10 - Sementes Agromax

arroba do boi prevista a R$ 170,00

Arroba pode passar de R$ 170 a partir de agosto

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A oferta de animais prontos para o abate deve se manter restrita ao longo de todo o ano e, com isso, a arroba do boi gordo, no referencial de São Paulo, deve passar de R$ 170, a partir de agosto, segundo o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Luiz Cláudio Paranhos. “O preço vai ser daí para cima”, afirmou Paranhos na InterCorte 2016, em São Paulo, SP.

No entanto, Paranhos avalia que, nem mesmo esta perspectiva de alta, ou sinalização recente de queda do preço do milho, será o suficiente para incentivar o confinamento. “Essa insegurança da política econômica ainda não está resolvida”, disse.

Para ele, no entanto, a partir de 2017, a situação deve inverter para os pecuaristas. Um dos indicativos, segundo ele, é a queda do abate de bovinos no primeiro trimestre deste ano e a queda da participação do número de fêmeas nos abates, o que aponta para um aumento da oferta no próximo ano e também indica a virada do ciclo pecuário. “Esse é mais um motivo para o pecuarista investir em tecnologia e aumentar a produtividade do seu negócio, já que as margens devem diminuir no próximo ano. Genética, nutrição e manejo são muito importantes, além da gestão”, afirma

Preço do milho deve perder força – Depois de alcançar níveis recordes, o preço doméstico do milho começa a perder força e, no próximo ano, deve encontrar estabilidade com uma safra de verão maior, na opinião de José Vicente Ferraz, diretor técnico da Informa Economics FNP. “Devemos ter uma queda mais acentuada agora com o avanço da colheita da safrinha e depois o preço deve encontrar uma estabilidade”, disse.

“Depois desta queda de entrada de safra, a cotação pode recuperar um pouco, mas não voltará mais para o nível anterior”, afirmou. Ele ponderou, no entanto, que fatores como clima e oferta mundial podem frustrar esta expectativa.

Para o analista, o preço recorde do grão, por si só, é um incentivo para que produtores aumentem a área de plantio e invistam mais em tecnologia, o que pode elevar a produtividade por hectare. Com isto, a primeira safra do grão em 2017 deve ser maior do que a deste ano. Conforme Ferraz, este ganho é “um caminho sem volta” e deverá consolidar o Brasil com um dos grandes players mundiais na produção e exportação de milho, ao lado dos Estados Unidos.

Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

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Embrapa lançará selo Carne Carbono Neutro (CCN)

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Carnes bovinas frescas, congeladas ou transformadas, para mercado interno ou exportação, poderão num futuro próximo receber um selo para certificar a sustentabilidade ambiental de sua produção. Registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a marca “Carne Carbono Neutro” (CCN) será lançada oficialmente durante o II Simpósio Internacional sobre Gases de Efeito Estufa na Agropecuária (SIGEE), em Campo Grande (MS), entre os dias 7 e 9 de junho. A certificação ainda dependerá de negociações com os setores público e privado para a implantação e posterior transformação em selo.

A principal finalidade da marca-conceito CCN desenvolvida pela Embrapa é atestar a produção de bovinos de corte em sistemas com a introdução obrigatória de árvores como diferencial. Nessas condições, a presença do componente arbóreo em sistemas de integração do tipo silvipastoril (pecuária-floresta, IPF) ou agrossilvipastoril (lavoura-pecuária-floresta, ILPF) neutraliza o metano entérico emitido pelos animais.

O pesquisador da Embrapa Gado de Corte, MS, Roberto Giolo afirma que a carne produzida no sistema com árvores pode ser certificada com a adoção do protocolo CCN. “O conceito pode impulsionar a exportação, principalmente para o mercado europeu que é muito exigente. A perspectiva é melhorar a visibilidade da carne brasileira e promover maior adoção dos sistemas ILPF e IPF no Brasil”, destaca.

Como funciona

Para garantir que a produção esteja de acordo com o conceito CCN, ela deve seguir as orientações do documento “Carne Carbono Neutro: um novo conceito para carne sustentável produzida nos trópicos”.

O pesquisador da Embrapa, Valdemir Laura, explica que carbono neutralizado fica armazenado no tronco das árvores. “Isso pode ser medido por uma fórmula com a qual se calcula o volume de madeira e, consequentemente, a quantidade de carbono fixada no tronco. Você faz o inventário florestal [medidas de diâmetro e altura das árvores], calcula o volume de madeira e a quantidade de carbono estocado. É inquestionável”, afirma.

Segundo ele, o sistema ideal deve ter entre 200 e 400 árvores por hectare. O estudo realizado na Embrapa Gado de Corte mostra que cerca de 200 árvores por hectare seriam suficientes para neutralizar o metano emitido por 11 bovinos adultos por hectare ao ano, sendo que a taxa de lotação usual no Brasil é de um a 1,2 animais por hectare.

Benefícios indiretos

A presença de árvores influencia ainda no bem-estar animal. “A sombra natural, além de bloquear a radiação solar, cria um microclima com sensação térmica mais agradável. Assim, é oferecida uma condição de melhor conforto térmico, por se tratar de um ambiente com menor temperatura”, diz a pesquisadora da Embrapa Fabiana Alves. Em experimentos realizados na Embrapa Gado de Corte, foi verificada a diminuição entre dois e oito graus Celsius na temperatura dentro do sistema. “Isso tem sido confirmado ao longo dos anos pela presença da sombra. Com o conforto térmico, o animal alcança maior eficiência, como o ganho de peso”, acrescenta. Assista a entrevista completa com a especialista.

Segundo o chefe-geral da Embrapa Gado de Corte, Cleber Soares, ao produzir a Carne Carbono Neutro, o produtor e a cadeia produtiva também afastam perdas no processo. ”Só há ganhos, pois além de produzir carne e seus derivados, intensifica-se de forma sustentável a produção, contribuindo para a qualidade de vida da população [pela mitigação de gases de efeito estufa] e, sobretudo com a oferta de carne de altíssima qualidade com respeito ao bem-estar animal, de forma rentável e saudável”, finaliza.

O selo

Desde 2015, uma propriedade rural no Estado de Mato Grosso do Sul vem sendo avaliada para a produção do primeiro lote experimental de animais com base no protocolo CCN. O abate dos animais experimentais ocorreu no dia 19 de maio deste ano e os resultados serão apresentados no II SIGEE.

A maneira como a marca CCN será adotada está em processo de desenvolvimento e envolve negociações com o setor público e privado. Em 2016, foi aprovado um projeto- piloto, financiado pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect), para a avaliação de métricas da CCN em Mato Grosso do Sul. Além disso, um projeto recém-aprovado na Embrapa, com previsão de início para agosto deste ano, prevê estudos para a validação do protocolo CCN em fazendas comerciais nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Floresta Amazônica; análise e prospecção de mercado; valoração do produto e desenvolvimento de políticas públicas.

Fonte Portal DBO

 

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Mercado de Reposição Movimentado no Pará

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Por Juliana Serra

A disponibilidade das pastagens no estado ainda dá suporte aos animais e isto faz com que os pecuaristas comecem a repor. O volume de negócios é bom, e oferta e demanda estão equilibradas. 

De acordo com o levantamento realizado pela Scot Consultoria, na média dos últimos doze meses, considerando todas as categorias de machos anelorados, houve aumento de 1,3% nas cotações. Em contrapartida, o bezerro desmamado (6@) apresentou queda de 3,0% no período.

A valorização do boi gordo, em igual intervalo, foi de 2,0%. Com isso, o poder de compra do pecuarista em relação à desmama melhorou.
Atualmente, o pecuarista consegue comprar 2,19 bezerros desmamados com a venda de um boi gordo de 16,5@ no Pará. No mesmo período de 2015, esta relação de troca era de 2,09. Alta de 5,1%.

Fonte: Scot Consultoria

vaca de leite

Preço pago ao produtor de leite registrou a sexta alta consecutiva

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A concorrência entre os laticínios mantém firme os preços do leite no mercado interno. O preço pago ao produtor registrou a sexta alta consecutiva.

Considerando a média nacional, no pagamento de maio, referente ao leite entregue em abril, o produtor recebeu, em média, R$1,061 por litro de leite, segundo levantamento da Scot Consultoria.

Houve alta de 1,8% em relação ao pagamento anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, o aumento é de 14,2%, em valores nominais.

Segundo o Índice Scot Consultoria para a Captação de Leite, em abril o volume de leite diminuiu 2,7% frente ao mês anterior (média nacional). A produção caiu em todos os estados pesquisados, com o agravante do clima e alimentação concentrada cara.

Para maio, os dados parciais apontam para queda de 0,2% na produção brasileira, já com o peso da produção retomando no Sul do país e abertura de silos no Brasil Central e região Sudeste.

Para o pagamento de junho (produção de maio), 70,0% dos laticínios pesquisados acreditam em alta dos preços ao produtor e os 30,0% restantes falam em manutenção.

Por Juliana Pila

Fonte da Informação: Scot Consultoria

GADO NELORE

Arroba Pode Passar de R$ 170 no Mercado Futuro

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Arroba pode passar de R$ 170 no mercado futuro

Falta de animais para o abate e aumento do volume de exportações devem elevar cotação do boi gordo na bolsa de valores

Alisson Freitas

A baixa oferta de animais para o abate pode gerar maior valorização da arroba no mercado futuro, ultrapassando a marca de R$ 170/@, segundo previsão de Maurício Nogueira, da Agroconsult. “O preço tende a crescer em função da falta de animais no mercado e do aumento do volume de exportações”, explicou em entrevista durante o Rally da Pecuária. Na última sexta-feira, 29 de abril, a arroba estava cotada a R$ 162,74 no mercado futuro da BM&F Bovespa para entrega em dezembro.

O consultor também observa que a subida de preços não está imune a oscilações. “O produtor tem que estar atento e ver o melhor momento de fazer o hedge. No ano passado muitos pensavam que a arroba subiria mais e acabaram perdendo a chance de fazer um bom caixa, pois isso não aconteceu. Basta uma notícia positiva ou negativa para o preço subir ou cair”, alerta.

Principais interessados no travamento de preço na bolsa de valores, os confinadores têm encontrado um difícil cenário em 2016. Estima-se que os custos de produção da atividade tenham subido em torno de 30%. O milho, principal insumo para alimentação dos animais, teve alta de mais de 50% em algumas praças. Isso tem feito com que os produtores busquem outras alternativas de alimentação, ao mesmo tempo em que a alta na procura encarece esses insumos. “Nas últimas semanas acompanhei alguns produtores que pagaram R$ 35 na saca de sorgo, valor bem acima do mercado”, afirmou Nogueira.

*o jornalista viajou a convite da Agroconsult

Fonte: Portal DBO

pastosat

Monitoramento por Satélite pode Prever Oferta de Pasto

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Ferramenta visa identificar intervenções feitas nas pastagens e estimar volume de animais para o abate em cada região do País

No último ano, a falta de chuvas prejudicou a produtividade de diversas fazendas de pecuária de corte, causando um grande alvoroço no mercado. Com o pasto ruim, diminui a taxa de lotação das propriedades e consequentemente a oferta de animais para o abate.

Uma das empresas do Grupo AgroConsult, a AgroSatélite desenvolveu o PastoSat, um programa que visa monitorar as pastagens de todo o país via satélite. Os principais objetivos são identificar as intervenções feitas em cada pastagem (adubação, reforma e etc) apenas pela imagem gerada pelo satélite e também prever a oferta de pasto de cada temporada. A AgroSatélite já conta com um programa similar para o setor sucroenergético, o CanaSat.

A empresa já conta com mais de 2.200 pontos de observação. As informações são coletadas durante o Rally da Pecuária, que percorre as principais regiões produtoras de pecuária do País. Nesta edição, as entrevistas com produtores feitas durante a expedição passaram a conter informações detalhadas sobre histórico do pasto nos últimos anos. Com isso, a empresa espera reconhecer as intervenções feitas em cada pastagem apenas pela imagem via satélite.

“A imagem do satélite apresenta diferentes zonas de coloração, de acordo com o que foi feito naquele pasto. Queremos cruzar as informações coletadas com os produtores para identificar um padrão das intervenções e assim saber o que foi feito com cada pasto apenas analisando a imagem”, destaca Maurício Nogueira, coordenador de pecuária da AgroConsult.

O consultor destaca que as informações podem ser usadas de inúmeras formas, principalmente pelas indústrias, associações de produtores e entidades de pesquisas. “Os frigoríficos poderão saber quanto de gado podem esperar para os próximos meses. As associações poderão monitorar a situação dos pastos de cada região e os centro de pesquisas podem orientar os produtores a aplicar melhores técnicas para aumentar sua produtividade”, conclui.

Ainda não há previsão de lançamento do PastoSat. O projeto está pronto e a AgroConsult espera por algum parceiro para colocar o produto no mercado.

Fonte: Portal DBO

Touros-Nelore PO

Mercado de Touros Aquecido no MS

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Negócios têm sido fechados a mais de R$ 5.500 em pequenas fazendas na região de Dourados

Alisson Freitas

A demanda por touros Nelore PO tem se mantido aquecida nas principais regiões de pecuária de corte do país. No Sudoeste do Mato Grosso do Sul, a liquidez beira 90% em algumas pequenas propriedades que abastecem o mercado local.

É o caso do Sítio Boa Vista, de Laguna Caparã, cidade vizinha a Dourados. “Produzimos em média 79 touros por safra e quase tudo é vendido na fazenda. A demanda tem sido crescente nos últimos anos em função da valorização dos bezerros”, destaca o administrador, Carlos Alves Cabral.

A propriedade de 52 hectares teve sua pastagem reformada recentemente, após o cultivo de soja e milho. Ela funciona como uma vitrine dos animais, ficando às margens da rodovia MS 379, que liga a cidade a Dourados.

Os animais chegam à fazenda no pós desmama, são recriados à pasto com braquiarão e suplementados com proteico energético no período da seca. Eles são vendidos aos 36 meses, com exame andrológico completo, por 40 arrobas na cotação do dia. Se os animais fossem comercializados no dia 2 de maio, por exemplo, o preço seria de R$ 5.520, segundo a cotação da Scot Consultoria para a região de Dourados (R$ 138/@).

A reposição vem de outra fazenda dos proprietários, que fica no município de Porto Murtinho, há quase 400 km da região. Lá, as 260 matrizes são inseminadas por IATF, sendo submetidas a ultrassonografia após 30 dias. As vazias são cobertas por touro. A taxa de prenhez é de 85%. A cabeceira é colocada à venda e o refugo vai para o abate.

Para os próximos anos, a expectativa é aumentar a produção, chegando em algo entre 90 e 100 reprodutores. “O fato de estarmos bem localizados atrai a atenção dos pecuaristas que passam pela região e nos dá um bom fluxo de vendas”, conclui Cabral.

Fonte: Portal DBO

bezerro

Preço do Bezerro Favorece Troca por Touros

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Para comprar um touro formado são necessários cinco a sete bezerros, ante 10 a 12 há oito anos

A alta do preço do bezerro, para patamar próximo de R$ 1.500 por cabeça, melhorou a relação de troca entre bezerro e touro em todo o Brasil, de acordo com Fábio Ferreira, técnico da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) em Cuiabá (MT). Segundo ele, hoje para um pecuarista comprar um touro formado são necessários cinco a sete bezerros, ante 10 a 12 há oito anos. “A procura permanece aquecida e a renovação de touros no rebanho está mais forte. Para o produtor, a relação de troca está muito interessante”, afirmou ao Broadcast Agro, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, na 82ª Expozebu, em Uberaba (MG).

Quanto ao confinamento em Mato Grosso, Ferreira prevê queda em 2016, mas, segundo ele, não deve ser expressiva. “O preço do milho está limitando muito (o confinamento) neste ano.

Produtores grandes e alguns médios estão travando (o cereal) no mercado futuro e são eles que vão manter o confinamento”, explicou. Mas insistiu que ainda é cedo para fazer qualquer projeção quanto ao volume de animais confinados na entressafra. Segundo ele, a saca do milho no Estado saltou de R$ 28 no início do ano para R$ 40 atualmente. O avanço de 43% pressiona o produtor, uma vez que a alimentação representa 80% do total de gastos do pecuarista, segundo o técnico da ABCZ.

Produtores de Mato Grosso também estão fazendo recria a pasto sem confinamento para driblar a alta do milho. Trata-se da técnica de deixar os animais no campo e dar a eles menor quantidade de ração por dia. Nesse caso, o ganho de peso é mais lento, explicou Ferreira.

Também supervisor do PMGZ, programa de genética da ABCZ, Ferreira afirmou que alguns pecuaristas estão buscando bezerros com maior potencial genético, que respondem melhor à engorda durante o período de confinamento. Conforme ele, a arroba em Mato Grosso chega a valer R$ 130 à vista, menos do que a de R$ 155 observada em São Paulo, praça de referência do País.

Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

brinco auricular

Ministério da Agric. Aprova Nova Forma de Identificação de Bovinos

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aprovou uma nova forma de identificação de bovinos e bubalinos junto ao Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (SISBOV). A portaria foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (20).

A Instrução Normativa nº 17, de 2006, já previa a marca a fogo junto com um brinco auricular como uma das formas de identificação, assim como o brinco auricular numa orelha e um botão na outra orelha.

Pela nova forma aprovada pelo Mapa, o animal pode usar conjuntamente a marca a ferro, o brinco numa orelha e o botão na outra orelha. A marca a ferro deverá ser feita em uma das pernas traseiras, na região abaixo de uma linha imaginária que liga as articulações das patas dianteira e traseira.

“O uso das três formas partiu de consulta de uma propriedade rural e não vimos restrição”, disse o coordenador da Monitoramento Estratégico, Alexandre Bastos.

O SISBOV é utilizado para a identificação individual de bovinos e bubalinos em propriedades que têm interesse em vender animais para o abate.
Fonte: Mapa

Aftosa

São Paulo Inicia Vacinação Contra a Febre Aftosa em Primeiro de Maio

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O estado de São Paulo inicia no próximo dia primeiro a primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa em bovinos e bubalinos. A campanha vai durar todo o mês e vale para animais com até dois anos, que somam 4,5 milhões das 10,3 milhões de cabeças existentes no território paulista.

São Paulo não registra um caso de aftosa há 20 anos. Embora não detenha o maior rebanho comercial do país, é corredor de exportação de carne bovina. O calendário de vacinação contra a aftosa no Estado para este ano foi lançado na segunda-feira (25/4) durante a Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, vacinou um bezerro, depois de participar da abertura da feira.

“São Paulo está atento à sanidade animal para que nenhuma doença comprometa os rebanhos paulista com reflexos negativos na renda do produtor e para os agronegócios”, disse o secretário de Agricultura do Estado, Arnaldo Jardim, que acompanhou o governador.

Leia a notícia na íntegra no site Revista Globo Rural