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carnes no varejo

Arroba Atinge R$ 150,00 e Carne Sobe 10,9%

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As escalas estão curtas e os frigoríficos vêm abatendo menos, disponibilizando, assim, menos carne no mercado. O fim de semana da Páscoa colaborou com o consumo e com a diminuição dos dias de abate. Somado ao início do mês, quando tipicamente as vendas tendem a melhorar, estes fatores impulsionaram as cotações. O cenário se estendeu semana passada. O boi casado de animais castrados passou para R$ 9,50/kg, que representa valorização de 10,9% frente ao preço no início da semana passada, de R$ 8,56/kg. No mercado do boi gordo, a dificuldade de comprar os animais faz com que o frigorífico oferte valores maiores. A oferta tem balizado mais os preços do que o consumo, mas a valorização da carne conferiu mais firmeza ao preço dos animais terminados. Em São Paulo, nos últimos sete dias, a referência do boi gordo subiu R$ 2,00/@ e atingiu o patamar de R$ 150,00/@, com relatos de negócios acima deste valor.

Fonte: Scot Consultoria

Abate bovinos

Abate Bovino foi Recorde Histórico no 1º Trimestre

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No 1º trimestre de 2014, foram abatidas 8,4 milhões de cabeças de bovinos, valor foi 5,9% menor que o recorde alcançado no trimestre anterior (8,9 milhões de cabeças) e 2,9% superior ao registrado no 1º trimestre de 2013 (8,1 milhões de cabeças). Nos comparativos anuais dos mesmos trimestres, o 1º trimestre de 2014 é o décimo consecutivo em que se tem observado aumento da quantidade de bovinos abatidos, registrando recorde entre os primeiros trimestres.

Este também é o décimo trimestre consecutivo em que se tem observado aumento da produção de carcaças bovinas, sendo também recorde entre os primeiros trimestres. Foi produzido um total de 2,0 milhões de toneladas de carcaças bovinas, valor 2,8% maior que o mesmo trimestre de 2013 e 8,7% menor que o registrado no trimestre imediatamente anterior.

Houve incremento de 238,9 mil cabeças bovinas abatidas no 1º trimestre de 2014, comparativamente ao mesmo período do ano anterior, com destaque para Minas Gerais (mais 122,2 mil cabeças), Goiás (102,6 mil) e Pará (63,9 mil). Mato Grosso continuou na liderança nacional do abate de bovinos, apesar da queda de 3,4% da quantidade de cabeças abatidas no mesmo comparativo. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás ocuparam as três primeiras posições no trimestre, respondendo juntos por 38,9% do abate nacional de bovinos.

Abate de frangos foi o maior na série histórica para um 1º trimestre

No 1° trimestre de 2014 foram abatidos 1,4 bilhão de cabeças de frangos, melhor desempenho entre os primeiros trimestres desde que a pesquisa foi criada em 1997. Esse resultado significou queda de 1,7% em relação ao trimestre imediatamente anterior e aumento de 5,5% na comparação com o mesmo período de 2013. O peso acumulado das carcaças foi de 3,2 milhões de toneladas no 1° trimestre de 2014, representando aumentos de 0,5% em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 11,7% frente ao mesmo período de 2013.

Os resultados registrados no 1° trimestre de 2014 apresentaram, na comparação com o mesmo trimestre de 2013, aumento da participação da região Sul no agregado nacional de 59,7% para 61,5%. O crescimento da região Sul (8,6%) foi resultado do aumento no número de cabeças de frangos abatidas no Paraná (mais 30,5 milhões de cabeças), no Rio Grande do Sul (23,4 milhões) e em Santa Catarina (13,8 milhões). Paraná foi o principal estado no ranking brasileiro.

Abate de suínos tem queda de 1,4% sobre o 1º trimestre de 2013

No 1° trimestre de 2014 foram abatidas 8,7 milhões de cabeças de suínos, representando quedas de 3,6% em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 1,4% na comparação com o mesmo período de 2013. No comparativo anual entre os primeiros trimestres, o resultado deste trimestre interrompeu uma sequência de variação positiva do abate iniciada em 2004.

O peso acumulado das carcaças no trimestre alcançou 747,6 mil toneladas, representando quedas de 1,2% em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 0,5% frente ao mesmo período de 2013.

O Sul do país respondeu por 65,1% do abate nacional de suínos no 1º trimestre de 2014, seguida pelas regiões Sudeste (18,8%), Centro-Oeste (14,8%), Nordeste (1,2%) e Norte (0,1%). No comparativo entre os 1° trimestres de 2014 e 2013, a região Sul apresentou queda (-0,1%) na sua participação e variação negativa (-1,7%) no volume abatido. Paraná e Rio Grande do Sul conjuntamente reduziram o abate de suínos num volume superior ao aumento ocorrido em Santa Catarina. A região Sudeste aumentou sua participação em 0,7%, enquanto a Centro-Oeste reduziu em 0,6%. Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná lideraram, nesta ordem, o ranking nacional.

Aquisição de leite tem aumento de 8,9% em relação ao 1º trimestre de 2013

No 1º trimestre de 2014 foram adquiridos, pelas indústrias processadoras de leite, 6,2 bilhões de litros do produto, indicativo de aumento de 8,9% sobre o 1º trimestre de 2013 e queda de 5,5% sobre o 4º trimestre de 2013. A industrialização, por sua vez, foi de 6,7 bilhões de litros, representando 8,9% de aumento sobre o mesmo período de 2013 e queda de 5,2% sobre o 4º trimestre de 2013. Em termos de participação na produção, 92,9% da aquisição de leite foram feitos por estabelecimentos com inspeção federal, 6,3% por estabelecimentos estaduais e o restante por estabelecimentos sob inspeção municipal.

A região Sudeste foi responsável por 41,4% da aquisição nacional de leite no trimestre, o Sul por 33,8% e o Centro-Oeste por 14,7%. O Norte e Nordeste participaram com 5,0% cada um. Em comparação com o 1º trimestre de 2013, houve ganho de participação das regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, enquanto as demais apresentaram redução.

Aquisição de couro registra estabilidade de 0,4% sobre 1º trimestre de 2013

A aquisição de couro inteiro de bovinos foi de 9,2 milhões de unidades no 1º trimestre de 2014. Houve estabilidade de 0,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2013 e queda de 4,5% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Quanto à origem do couro adquirido, os matadouros frigoríficos respondiam por 63,3% do total, seguidos por 6,5% de intermediários ou salgadores, 2,3% de matadouros municipais e 0,7% de outros curtumes e origens. O couro recebido para prestação de serviços de curtimento foi de 27,2%. Do total das aquisições de couro, 38,4% foram feitas pelo Centro-Oeste, 20,4% pelo Sul, 17,1% pelo Norte, 16,6% pelo Sudeste e 7,6% pelo Nordeste. Em termos de aquisição total de couro, o Mato Grosso (16,1%) merece destaque, seguido por Mato Grosso do Sul (12,6%), São Paulo (11,5%) e Rio Grande do Sul (10,9%).

Produção de ovos aumenta 2,4% em relação ao 1º trimestre de 2013

A produção de ovos de galinha foi de 686,3 milhões de dúzias no 1º trimestre de 2014, representando um aumento de 2,4% na comparação com o 1º trimestre de 2013 e queda de 1,4% em relação ao 4º trimestre de 2013. Do total do trimestre, 48,6% são provenientes do Sudeste, 21,6% do Sul, 13,8% do Nordeste, 13,4% do Centro-Oeste e 2,6% do Norte.

Fonte: Marcha Brasil

File photo of worker arranging slaughtered cattle in the freezing room of the Marfrig Group slaughter house in Promissao

Bahia começa a abater bovinos procedentes de Pernambuco

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Salvador – O Matadouro Frigorífico Abatal, Abatedouro Almeida Ltda., recebeu o certificado de adequação ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi) durante a 26º Fenagro, no Parque de Exposições de Salvador. O abatedouro seguiu as exigências sanitárias legais da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Adab) e os bovinos oriundos de Petrolina passam a ser abatidos em Juazeiro. Com o Sisbi a indústria tem a possibilidade de inserção dos estabelecimentos baianos nos mercados consumidores altamente competitivos nas Unidades da Federação.

“Este sistema permite aos serviços de inspeção Estadual e Municipal a equivalência com o Serviço de Inspeção Federal (S.I.F), ampliando o comércio interestadual de produtos de origem animal da Bahia nas diversas escalas de produção em todo o país”, explicou o diretor-geral da Adab, Paulo Emílio Torres. “Todos os procedimentos de defesa contribuem para a segurança e o desenvolvimento da atividade que, com a garantia da sanidade, podem ser comercializados no mundo todo”, acrescentou.

Para garantir o ingresso da Abatal ao Sisbi, a Adab realizou auditorias no estabelecimento, avaliando procedimentos de serviço, documentos e planilhas. Também foram realizados treinamentos com o quadro funcional, bem como cursos em parceria com o Ministério da Agricultura com o propósito de harmonizar e padronizar os procedimentos de inspeção. Para o presidente da Abatal, José Antônio Almeida, aderir ao Sisbi foi uma conquista para a indústria baiana. “Em um ano conseguimos atender às normas e exigências técnicas para a qualidade do produto cárneo e, a partir de agora, nosso foco também é o mercado pernambucano”, disse José.

Hoje a Bahia conta com 34 matadouros inspecionados, sendo 10 pelo SIF e 24 pelo SIE, entre iniciativa pública e privada, com previsão de 20 novas indústrias para 2014. “Infelizmente não temos como colocar um matadouro em cada município, por isso o Governo do Estado busca atender as macrorregiões, sempre apoiado pelo projeto Entreposto Frigorífico Modular”, explicou o secretário de Agricultura, Eduardo Salles durante a entrega do certificado ao presidente da Abatal.

Fonte da Noticia. Jornal da midia.com

cresce o abate de bovinos no brasil

Aumento de 12,4% nos abates de bovinos no primeiro semestre

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Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os abates de bovinos somaram 16,69 milhões de cabeças entre janeiro e junho deste ano. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve aumento de 12,4% na quantidade enviada para o gancho. As fêmeas compuseram 46,1% do total, ante participação de 44,8% no mesmo período de 2012. No primeiro semestre foram abatidos 9,0 milhões de machos (bois e novilhos) e 7,7 milhões de fêmeas (vacas e novilhas). Os preços firmes do boi gordo, mesmo com os abates em alta, indicam que a demanda tem feito a sua parte, tanto no mercado interno como com as exportações. Para o próximo ano é possível que os pecuaristas aumentem a quantidade de fêmeas em reprodução, incentivados pelos preços firmes da reposição. Isto pode ter efeito positivo sobre as cotações, uma vez que boa parte da carne tem sido produzida a partir de fêmeas.
Fonte: Scot Consultoria