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Boi: Mercado de Reposição mais Movimentado

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Mercado de reposição começa a se aquecer e aquela calmaria que perdurava por longo tempo vai ficando para trás.

No panorama geral as categorias mais procuradas são as mais eradas, com giro rápido, pois há expectativa de aumento no número de animais que serão terminados em confinamento este ano.

O aumento de oferta de bezerros está crescendo de forma gradativa e as negociações também avançam. Vale destacar a maior procura por machos nesta categoria.

Em relação às cotações, no fechamento desta semana as referências estão praticamente estáveis. Na média geral de todas as categorias de machos e fêmeas anelorados pesquisadas pela Scot Consultoria, houve desvalorização de 0,1% nos últimos sete dias.

O momento é de planejar as ações, tanto para quem vende como para quem for comprar animais de reposição.

Para quem vai vender é preciso se atentar ao mercado. As condições de pastos ainda favoráveis para a retenção dos animais podem gerar lá na frente, com a entrada mais severa da seca, uma oferta maior e pressão sobre as cotações.

Para quem vai comprar, principalmente animais para terminação em confinamento, fazer o planejamento e o levantamento de custos é primordial para evitar possíveis prejuízos.

Fonte da Informação: Scot Consultoria

recria+gado+corte

Mercado de Reposição Movimentado no Pará

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Por Juliana Serra

A disponibilidade das pastagens no estado ainda dá suporte aos animais e isto faz com que os pecuaristas comecem a repor. O volume de negócios é bom, e oferta e demanda estão equilibradas. 

De acordo com o levantamento realizado pela Scot Consultoria, na média dos últimos doze meses, considerando todas as categorias de machos anelorados, houve aumento de 1,3% nas cotações. Em contrapartida, o bezerro desmamado (6@) apresentou queda de 3,0% no período.

A valorização do boi gordo, em igual intervalo, foi de 2,0%. Com isso, o poder de compra do pecuarista em relação à desmama melhorou.
Atualmente, o pecuarista consegue comprar 2,19 bezerros desmamados com a venda de um boi gordo de 16,5@ no Pará. No mesmo período de 2015, esta relação de troca era de 2,09. Alta de 5,1%.

Fonte: Scot Consultoria

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BOI/CEPEA: Bezerro, arroba e carne são negociados em patamares recordes nominais

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Os preços do bezerro, da arroba do boi gordo e da carne têm subido no mercado brasileiro, atingindo novos patamares recordes nominais, segundo dados do Cepea. Para o bezerro, o Indicador ESALQ/BM&F Bovespa (animal nelore, de 8 a 12 meses, Mato Grosso do Sul) acumula forte alta de 11,51% na parcial deste ano (até o dia 19), fechando a R$ 979,05 nessa quarta-feira, 19. Esse é o maior patamar nominal da série histórica do Cepea, iniciada em 2000. Em termos reais (valores deflacionados pelo IGP-DI de fevereiro/14), a média da parcial de março, de R$ 922,76, é a maior desde junho de 2010, quando o preço real foi de R$ 925,25. No mercado de boi gordo, com seguidos recordes nominais, o Indicador ESALQ/BM&F Bovespa (estado de São Paulo) acumula alta de 10,03% neste ano, encerrando essa quarta-feira a R$ 126,28, também o maior, em termos nominais, da série histórica do Cepea, iniciada, neste caso, em 1997 (CDI). A elevação no preço em 2014, inclusive, é uma das maiores registradas para o período, considerando-se toda a série, atrás somente da verificada em igual intervalo de 1999, quando o Indicador subiu 11,3%. Em termos reais, a média parcial do Indicador do boi de março, de R$ 123,14 é a mais alta desde dezembro de 2010, quando foi de R$ 124,33. No mercado atacadista de carne com osso, a carcaça casada bovina negociada na Grande São Paulo se valorizou 6,05% neste ano, cotada a R$ 8,24/kg nessa quarta-feira – o maior patamar nominal de toda a série histórica do Cepea para este produto (iniciada em 2001) foi observada nessa terça-feira, 18, de R$ 8,32/kg. Em termos reais, a média de março, de R$ 8,13/kg, é a maior desde novembro de 2010, que foi de R$ 8,57/kg. Segundo pesquisadores do Cepea, as fortes altas registradas ao longo dos últimos meses decorrem da oferta restrita, resultado da dificuldade para recuperação das pastagens, em decorrência da seca, e consequente engorda dos animais.  (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br ).