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41ª Expomontes é Aberta e deve receber mais de 380 mil pessoas

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Expectativa dos organizadores é que evento movimente R$ 350 milhões.
Feira será realizada até o dia 12 de julho.

Valdivan Veloso Do G1 Grande Minas

A abertura oficial da 41ª Expomontes foi realizada na noite desta quinta-feira (2). O evento segue até o dia 12 de julho no Parque de Exposições João Alencar Athayde e a expectativa é de que mais de 380 mil pessoas passem nos 11 dias de festa. Os organizadores acreditam ainda que mais de R$ 350 milhões sejam gerados em negócios neste ano.
Para o presidente da Sociedade Rural, Osmani Barbosa Neto, os desafios para o campo estão ainda maiores nos últimos tempos, mas lembrou também do avanço do agronegócio mesmo em tempo de crise no país. “Enquanto a economia retrai, com desemprego e inflação aumentando; e a atividade industrial e comercial em queda, o agronegócio ainda consegue crescer”.

O senador Eduardo Amorim também participou da solenidade. Ele, que representa o estado do Sergipe, destacou a superação dos desafios para a realização da Expomontes.

“Este país é o segundo maior produtor de alimentos e até 2020 seremos os primeiros, segundo estudiosos. Devemos então, investir ainda mais no agronegócio. Montes Claros dá este exemplo que mesmo com tantas dificuldades mantém sua tradição e mantém sua Exposição, com certeza acreditando em um futuro muito melhor”.

Segundo o prefeito de Montes Claros Ruy Muniz, a Expomontes é a maior exposição agropecuária do Norte de Minas Gerais. Para ele, o evento fortalece vários setores da economia regional.

“Ela movimenta grandes recursos da nossa região além de mostrar a qualidade da nossa pecuária e da nossa agricultura. Ela atende o agronegócio, mas também tem o viés muito importante que é o do agricultor familiar. A Feira dinamiza ainda o comércio e a parte hoteleira também”.

Foto: Valdivan Veloso/G1)

fonte da noticia: portal G1

 

Mercado do Boi gordo

A Semana Encerrou com Preços Firmes no Mercado do Boi gordo

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O mercado do boi encerrou a semana com preços em alta na última sexta-feira (7/2). Houve variações positivas nas referências para o boi gordo em nove praças pecuárias.

Em São Paulo a referência subiu e está em R$116,00/@, à vista. Existem negócios pontuais em até R$2,00/@ acima desses valores.

As programações de abate dos frigoríficos paulistas atendem, em média, quatro dias úteis. As programações mais longas apresentam falhas.

Em Mato Grosso do Sul houve alta nos preços das três praças pecuárias. Em Dourados-MS ocorrem negócios pontuais em até RS110,00/@, à vista.

No mercado atacadista de carne com osso, nova alta. O boi casado de animais castrados está cotado, em média, em R$7,47 o quilo. É o maior valor nominal já registrado para a carcaça.

Com a proximidade da segunda quinzena de fevereiro a demanda pode esfriar, o que deve pressionar as cotações da carne.

Fonte da noticia: Scot Consultoria

 

boi gordo

Mercado do boi gordo firme

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No fechamento da semana passada (20/9), os preços à vista para o boi gordo subiram em 15 praças pecuárias, incluindo as localizadas em estados vizinhos a São Paulo, como Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul.

São cada vez menos frequentes as tentativas de pagamentos abaixo da referência, que ficou estável em São Paulo, em R$107,00/@, à vista.

As programações de abate no estado atendem, em média, quatro dias úteis. A baixa disponibilidade de boiadas terminadas dificulta o alongamento das escalas.

No Rio Grande do Sul, a semana passada foi bem ofertada, com muitos pecuaristas retirando os animais para começarem o plantio das lavouras no estado.

O mercado atacadista apresentou alta, e o boi casado de animais castrados ficou cotado em R$6,90/kg, alta semanal de 3,6%.

Por Gustavo Aguiar

Fonte da noticia: Scot Consultoria

Boi Gordo

Mercado do boi gordo firme em SP

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Houve valorização no mercado do boi gordo em São Paulo. Foi a segunda alta consecutiva.

No início da semana foram poucos os negócios no estado, o que reduziu as escalas de abate. Na maioria dos casos estas atendem entre dois e três dias. Segundo levantamento da Scot Consultoria, o preço referência está em R$101,00/@, à vista, mas existem boiadas compradas em valores maiores.

Os animais a termo têm sido fundamentais na composição das escalas de algumas empresas. As demais têm aumentado as ofertas de compra. O mercado atacadista a demanda não evoluiu e as cotações se mantiveram.

Para os próximos dias a expectativa é de melhoria na demanda, com o varejo indo às compras, se abastecendo para as vendas de início de mês.

por Hyberville Neto

fonte: Scot Consultoria

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SP: agronegócio brasileiro pode crescer 38% nos próximos 10 anos, diz Roberto Rodrigues

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Um recente estudo feito pelo DEAGRO – Departamento do Agronegócio, da FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, projeta crescimento de 38% na produção agrícola brasileira nos próximos 10 anos. A informação foi dada, na sexta-feira (23/8), pelo ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, durante palestra no Fórum ABISOLO, promovido em Ribeirão Preto – SP, de 21 a 23/08, pela Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal.

“As projeções do estudo foram feitas com base no desempenho da produção nos últimos anos e comprovam que o país tem tudo para alcançar a meta proposta pela OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, de aumentar sua produção em 40% até 2050 para dar conta de um crescimento de 20% na demanda mundial por alimentos”, comentou o ex-ministro. Ele salientou ainda que isso só será possível em virtude do expressivo ganho de produtividade que o Brasil conseguiu ao investir no desenvolvimento de tecnologia voltada especificamente para clima tropical. “Temos a melhor tecnologia tropical do mundo”, assegurou o ex-ministro.

Segundo ele, prova disso é que, enquanto a área plantada nos últimos 20 anos cresceu 40%, a produção física aumentou 220%, resultando num aumento de produtividade da ordem de 128%. “Se tivéssemos as condições tecnológicas de 20 anos atrás, seriam necessários mais 68 milhões de hectares para atingir nossa atual produção. Em outras palavras, preservamos 68 milhões de hectares. E isso é sustentabilidade”, comentou.

Apesar das projeções otimistas, o ex-ministro observou, no entanto, que, para se alcançar esse nível de crescimento, será necessário equacionar alguns gargalos e obstáculos. “Falta uma logística que nos dê condições de competir; uma política comercial baseada em acordos bilaterais e regionais; estímulo ao seguro rural; além da definição de uma estratégia por parte dos produtores que seja amparada por um Ministério da Agricultura forte e prestigiado”, finaliza o ex-ministro. Sem isso, a seu ver, o Brasil pode assistir ao crescimento de outros países numa área onde o país tem tudo para ser líder mundial.

Fonte: ABISOLO. 26 de agosto de 2013.